Em um movimento que une ciência, política pública e inovação industrial, a Sandoz, farmacêutica líder global em biossimilares e genéricos, lança, em parceria com o Estúdio JOTA, o e-book “Decifrando os Biossimilares – O potencial desses medicamentos para a saúde pública brasileira”. A publicação, voltada a profissionais da área, gestores públicos, reguladores, jornalistas e tomadores de decisão, tem como objetivo desmistificar conceitos e promover o entendimento técnico e regulatório dessa classe de fármacos, apresentando dados atualizados e reforçando a relevância para os sistemas de saúde e o desenvolvimento industrial do país.
Os biossimilares são medicamentos de alta complexidade, que oferecem equivalência terapêutica aos biológicos de referência, utilizados no tratamento de doenças como câncer, artrite reumatóide, diabetes e distúrbios do crescimento. Com eficácia e segurança comprovadas, eles chegam ao mercado com preços até 30%¹ mais baixos, o que os torna uma alternativa estratégica para ampliar o acesso da população e aliviar a pressão orçamentária do Sistema Único de Saúde.
“O lançamento deste e-book reforça nosso compromisso em promover o conhecimento científico e fortalecer a base técnica de apoio ao uso de biossimilares no Brasil. Informação é o primeiro passo para vencer a desconfiança, resistência e ampliar o acesso a tratamentos de qualidade”, afirma Marcelo Belapolsky, Country Head da Sandoz no Brasil.
O impacto dos biossimilares na economia
Segundo dados do Ministério da Saúde, os medicamentos biológicos representam uma pequena parcela – apenas 2% – do total de fármacos adquiridos pelo órgão público. No entanto, consomem uma fatia desproporcional do orçamento destinado à saúde: cerca de 41% de todo o valor gasto. Isso acontece porque os biológicos são, em geral, medicamentos de alta complexidade e custo elevado, e por isso, os biossimilares surgem como uma alternativa eficaz e mais acessível, com potencial para reduzir despesas, ampliar o acesso da população a tratamentos e tornar o sistema de saúde mais equilibrado e sustentável.
A publicação também reforça os benefícios concretos das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs). A experiência com o biossimilar rituximabe, fruto da cooperação entre Sandoz, Bio-Manguinhos/Fiocruz e Bionovis, evidenciou redução de 20% nos custos de aquisição pelo SUS e um aumento de 28% no número de doses administradas, segundo estudo publicado na Value in Health.²
“O Brasil tem todas as oportunidades para ser protagonista em biossimilares: mercado amplo e capacidade tecnológica crescente, que nos permitem aumentar cada vez mais o acesso àqueles que mais precisam. Mas para isso, é essencial investir em educação técnica e em políticas públicas estruturantes. Estamos felizes em liderar essa conversa, alinhado ao nosso propósito de proporcionar assistência médica acessível, sustentável e de alta qualidade”, completa Marcelo.
- O e-book “Decifrando os Biossimilares” está disponível gratuitamente no site da Sandoz e no portal JOTA, e pode ser acesso no link.
Referências
- Mario Sergio Salerno, Cristiane Matsumoto, Isabela Ferraz. Biofármacos no Brasil: Características, Importância e Delineamento de Políticas Públicas para seu Desenvolvimento. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2018.
- EE365 Empowering Access: Evaluating the Impact of Partnerships for Productive Development (PDP) on Access to Rituximab in Brazil. Mayor, K et al. Value in Health, Volume 27, Issue 6, S125
Sobre a Sandoz
A Sandoz é líder global em medicamentos genéricos e biossimilares, com uma estratégia de crescimento impulsionada pelo seu Propósito: acesso pioneiro para pacientes. Mais de 20.000 pessoas de mais de 100 nacionalidades trabalham juntas para garantir que 900 milhões de tratamentos de pacientes sejam fornecidos pela Sandoz, gerando economias globais substanciais em saúde e um impacto social ainda maior. Seu portfólio líder de aproximadamente 1.500 produtos aborda doenças que vão do resfriado comum ao câncer. Com sede em Basileia, Suíça, a Sandoz iniciou sua história em 1886. A sua história de avanços inclui o Cálcio Sandoz em 1929, a primeira penicilina oral do mundo em 1951 e o primeiro biossimilar em 2006. Em 2023, a Sandoz registou vendas de 9,6 mil milhões de dólares.