Fonte: AchéCom foco no cliente e buscando levar conforto a médicos e pacientes, o Aché lança quatro novas apresentações de Montelair (montelucaste de sódio), antileucotrieno indicado para o tratamento coadjuvante da asma, rinite e sintomas oculares. A novidade é o número de unidades na embalagem, que agora conta com 60 comprimidos e permite o tratamento prolongado por dois meses. As demais apresentações com 30 unidades continuarão sendo comercializadas normalmente.
Montelair, lançado em 2011, foi o primeiro similar de montelucaste a chegar ao mercado e atualmente está disponível nas formas farmacêuticas comprimidos revestidos, sachê e comprimido mastigável. “Cada apresentação se adequa a um perfil de paciente e faixa etária”, explica Karla Tambellini, gerente do produto.
As apresentações de 4mg sachê são indicadas para bebês de seis meses a 2 anos pois o sachê contém um pó que é fácil de misturar na alimentação por exemplo. O comprimido mastigável na dosagem de 4mg é indicado de 2 a 5 anos, e 5mg de 6 a 14 anos, pois é semelhante a uma bala, de fácil ingestão; e o tradicional comprimido revestido de 10mg é indicado para pessoas acima dos 15 anos.
Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), cerca de 20 milhões de brasileiros são portadores de asma, doença inflamatória crônica, sem cura, caracterizada pelo estreitamento generalizado dos brônquios ou por fatores alérgicos. No mundo, mais de 334 milhões são acometidos pela doença.
Já a rinite é uma irritação e inflamação crônica ou aguda da mucosa nasal, podendo ou não ser de origem alérgica. Estudo da ISAAC (Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância, na sigla em inglês) indica que cerca de 25% dos adultos brasileiros e de 19% a 25% das crianças entre 6 e 14 anos são portadoras de rinite alérgica.
Controle dos sintomas em longo prazo Montelair atua no controle dos sintomas da asma e rinite em longo prazo, por isso, as apresentações com 60 unidades possibilitam ao paciente usar o medicamento pelo tempo mínimo de dois meses e só então retornar para a avaliação médica, quando o especialista terá certeza se houve ou não o efeito positivo esperado. “Antes de 60 dias é muito provável que o organismo ainda não tenha se adaptado ao montelucaste”, diz o Dr. Eduardo Motti, diretor do núcleo médico do Aché.
Acesso ao tratamento As novas apresentações fortalecem ainda o conceito de adesão ao tratamento por serem até 25% mais acessíveis que os principais concorrentes e 15% mais em conta que a apresentação com 30 unidades do Aché.