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Os requisitos para garantir o acesso da população brasileira a medicamentos, equipamentos e tecnologias de saúde modernos e cada vez melhores foi o foco de um dos debates da 3ª Cúpula Brasileira de Inovação em Saúde.
“Inovação e acesso têm que andar juntos”, afirmou a vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Novo Nordisk, Simone Tcherniakovsky. “O tema acesso e inovação é instigante e passa por termos uma boa regulação, previsibilidade e segurança jurídica, para que nós, como empresa, consigamos seguir investindo no país, trazendo pesquisa clínica e conhecimento, estimulando a educação cientifica, e isso não pode estar desassociado do acesso”.
O gerente de Relações Governamentais da Boehringer Ingelheim, Leonardo Maurity, assinalou a relação entre o estímulo à inovação e os importantes projetos que estão sendo apreciados atualmente em Brasília, por deputados federais e senadores.
“Vivemos momento muito oportuno para discutir inovação, pois temos marcos importantes acontecendo no Congresso Nacional, pesquisa clínica, reforma tributária para discutir alíquotas diferenciadas para o setor de saúde, discussões importantes para fortalecer a Anvisa e o INPI, que são base fundamentais para que a população brasileira tenha acesso à inovação na mesma velocidade de outras partes do mundo”.
A Country Manager da Philips, Patricia Frossard, trouxe o tema inovação na perspectivas dos equipamentos em saúde. Segundo ela, mesmo sendo uma empresa multinacional, a Philips conta com produtos no país e pode contribuir no processo de ampliar acesso aos pacientes.
"Inovação é um tema muito amplo e estamos focados nas questões que ambientais que trazem desafios tecnólogicos para alcançar as pessoas em situação de crises, como no vimos com as enchentes no Rio Grande do Sul e agora as questões dos incêndios florestrais. O Brasil tem ótimos pesquisadores, mas é importante reduzirmos a nossa vulnerabilidade em termos de matéria-prima e termos segurança jurídica".
“O Brasil tem o SUS, o maior programa de saúde do mundo, que se pretende ser igualitário, equitativo e integrativo. Portanto, precisamos ter como oferecer inovação a essas pessoas que tanto precisam. Que tanto precisam E, no caso de doenças de crônicas, como diabetes e obesidade, precisamos ter essa condição bem estabelecida para que os pacientes possam viver com as doenças e sem suas complicações”, acrescentou Simone, da Novo Nordisk.
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